30 de set de 2015

P - texto folclórico!



    Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor, português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu para pintar penhascos pedregosos, preferia pintá-los parcialmente,pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar
pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.

   -Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
   -Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.

     Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal.
Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:

    - Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?

   - Papai, - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém, preferindo,poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança,pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando... Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.






                                 (Alguém sabe o autor? Isso é muito bom!!)

11 de set de 2015

Livro: Adeus, fantasia!

     Na Feira de Incentivo à Leitura deste ano estarei divulgando a publicação de meu 1º livro, com textos que escrevi desde a adolescência, influenciado por leituras de livros, quadrinhos, músicas, letras, poetas clássicos, filmes e desenhos animados, além de sentimentos, amizades e experiências variadas. 
   Deste modo, este registro contará com crônicas, reflexões, poesias, contos, brincadeiras com as palavras e letras de música. 

PRÉVIA DA CAPA


     Um dos poemas que tem mais referências a outros autores e obras, é este abaixo. Alguém se arrisca?



Ler e escrever
 
Começo a ler, dá vontade de escrever
  De tudo um pouco, bem misturado,
  Poema louco, complexo tratado.
  Inovar com tradição - é nova contradição.
  Pois quando nasci, um anjo nerd, 
  Desses que tocam guitarra, disse:
  Vai, Cássius ser chato na vida
  Com as almas e os heróis assinalados
  Da monumental revista americana
  No espaço nunca antes explorado
  Sim, no espaço – a fronteira final
  E a fronteira do Uruguai, República “Oriental”
  Já minha terra natal, que tem mares bravios, 
  Mas agora quase sem talhes longos de palmeira
  (sim, porque minha terra tem palmeiras)
  Chama-se Santa Vitória. Peraí, mudei de história:
  Toma um modem. Acessa o Facebook.
  A mão que curte é a mesma que difama,
  Mas eles passarão, eu: “Homem-Pássaroooo.” 
  Ai que saudades que tenho
  Dos tempos da padaria!
  Fora! Fu, sapo! Sai daqui!
  Nastenka e Queequeg, meninos, eu vi!
  Por hoje já chega, vou lá ler gibi.